No dia 03 de Outubro, Sábado, 16 pessoas deslocaram-se ao Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, onde António Ferreira continua isolado no pavilhão de segurança. Segundo apontam todas as respostas que obtivemos, apesar da tentativa de encobrir e esconder este protesto, ele encontra-se em greve de fome e de silêncio desde dia 28 de Setembro. Como não há nenhum contacto directo com ele, nem a cadeia dá essa informação, não sabemos se está em greve de sede, porque são já demasiados dias sem beber, sem que o transfiram para o hospital prisional.
A concentração decorreu durante 2 horas e meia, período que coincidiu com o horário das visitas. Foi distribuído um folheto com um texto informativo da situação do nosso companheiro e gritaram-se frases contra as prisões, o estado e os carcereiros. Fez-se o máximo de barulho possível na tentativa de dar a conhecer a nossa presença para dentro dos muros.
Apesar da chegada da GNR mais para o fim da concentração, não houve sequer identificações. A nossa presença foi um incómodo para a "normalidade" do funcionamento da prisão, as pessoas que íam visitar reclusos mostraram-se solidárias várias vezes e muitos dos carros que por ali passavam apitavam para dar força. Temos informação de que alguns folhetos passaram para dentro e circularam entre os presos.No entanto, o companheiro António Ferreira continua isolado do resto dos presos e, portanto, supomos que sem conhecimento da nossa presença nesse dia à porta da prisão.
É urgente continuarmos a pressionar com tudo o que esteja ao nosso alcance, mostrando assim a nossa solidariedade com quem não se deixa calar por este sistema!
"Que cada voz se torne num trovão que fere os ouvidos, que cada faísca se torne num fogo selvagem que faça ruir e incendeie este mundo podre de celas visíveis e invisíveis." Giannis Dimitrakis
domingo, 11 de Outubro de 2009
domingo, 27 de Setembro de 2009
E AGORA?
Como se esperava, felizmente o PS conseguiu apenas a maioria relativa (digo apenas porque a ter de haver governo prefiro um que seja fraco), mas qual o papel dos anarquistas que se deve seguir?.
Apesar de tudo o que foi dito e exposto nas sondagens e pelos lideres partidários principalmente os de esquerda, a possibilidade de coligação pós-eleitoral existe para lá das birras sectárias.
Sócrates no seu discurso de vitória deixou sub entendido que dialogará com os partidos da oposição, e para quê?.
Melhor será da minha óptica de anarquista um governo fraco e que possa governar pouco, pois são assim evitados alguns desmandos que só seriam possíveis com a ditadura da maioria.
E se houver governo de coligação?
Com o PSD será de esperar uma politica concordante em quase tudo o que for reformismo, principalmente de tipo económico, e claro está!, a concordancia no ataque de tipo direitista praticado por ambos sem excepção aos direitos e garantias dos trabalhadores e aos "benefícios" do Estado social.
Com o Bloco de Esquerda?
Talvez!
Apesar do medo tanto da direita ou do PS em relação ao "radicalismo" do Bloco poder impedir uma união PS/Bloco, devo dizer que esta radicalismo é praticamente inexistente no que toca ao medo de uma regresso ás praticas do PREC, pois já não estamos em época revolucionária mas completamente reformista e o Bloco está como o PCP perfeitamente adaptado e" amansado" pelo regime democratico/ocidental e reformista saído do golpe de 25 de Novembro de 75, bem como da queda do comunismo (ou capitalismo) de Estado internacional.
Resta pois ao Bloco se puder ser governo, que baixe a" crista" na única coisa que o distingue em radicalismo que é nas propostas económicas e nacionalizantes que assustam Sócrates, e poderá perfeitamente ceder uns ministrozecos aos fragilizado governo PS.
Que o governo sozinho e fraco sem união com outros possa cair, é possível e não me choca, chocar-me há sim a sua substituição por outro.
Quanto aos anarquistas deverão sempre combater o governo seja em que cenário for, e mesmo não se deixarem seduzir pela eventual "grande mudança" que será um governo com o Bloco.
Todos os governos são para serem combatidos em qualquer circunstancia, mesmo que nos pareça que um novo partido no governo possa aparentemente trazer mudanças reformistas e progressistas, diferentes claros está das que estamos habituados (mas não tão diferentes!).
A partir de amanhã segue-se a campanha pelas autárquicas, que aliás merecem o mesmo combate sem tréguas dos anarquistas pela abstenção activa.
E a luta continua!
Apesar de tudo o que foi dito e exposto nas sondagens e pelos lideres partidários principalmente os de esquerda, a possibilidade de coligação pós-eleitoral existe para lá das birras sectárias.
Sócrates no seu discurso de vitória deixou sub entendido que dialogará com os partidos da oposição, e para quê?.
Melhor será da minha óptica de anarquista um governo fraco e que possa governar pouco, pois são assim evitados alguns desmandos que só seriam possíveis com a ditadura da maioria.
E se houver governo de coligação?
Com o PSD será de esperar uma politica concordante em quase tudo o que for reformismo, principalmente de tipo económico, e claro está!, a concordancia no ataque de tipo direitista praticado por ambos sem excepção aos direitos e garantias dos trabalhadores e aos "benefícios" do Estado social.
Com o Bloco de Esquerda?
Talvez!
Apesar do medo tanto da direita ou do PS em relação ao "radicalismo" do Bloco poder impedir uma união PS/Bloco, devo dizer que esta radicalismo é praticamente inexistente no que toca ao medo de uma regresso ás praticas do PREC, pois já não estamos em época revolucionária mas completamente reformista e o Bloco está como o PCP perfeitamente adaptado e" amansado" pelo regime democratico/ocidental e reformista saído do golpe de 25 de Novembro de 75, bem como da queda do comunismo (ou capitalismo) de Estado internacional.
Resta pois ao Bloco se puder ser governo, que baixe a" crista" na única coisa que o distingue em radicalismo que é nas propostas económicas e nacionalizantes que assustam Sócrates, e poderá perfeitamente ceder uns ministrozecos aos fragilizado governo PS.
Que o governo sozinho e fraco sem união com outros possa cair, é possível e não me choca, chocar-me há sim a sua substituição por outro.
Quanto aos anarquistas deverão sempre combater o governo seja em que cenário for, e mesmo não se deixarem seduzir pela eventual "grande mudança" que será um governo com o Bloco.
Todos os governos são para serem combatidos em qualquer circunstancia, mesmo que nos pareça que um novo partido no governo possa aparentemente trazer mudanças reformistas e progressistas, diferentes claros está das que estamos habituados (mas não tão diferentes!).
A partir de amanhã segue-se a campanha pelas autárquicas, que aliás merecem o mesmo combate sem tréguas dos anarquistas pela abstenção activa.
E a luta continua!
sábado, 26 de Setembro de 2009
Trabalhadores da Novinco ocupam fábrica em Matosinhos
Os trabalhadores da Novinco, em Matosinhos, forçaram a entrada na empresa esta segunda-feira ocupando a fábrica, reportou a RTP. Esta manhã os trabalhadores da empresa foram impedidos de entrar nas instalações mas forçaram o portão e acabaram por ocupar a fábrica. A Novinco encontra-se em processo de insolvência e ainda não se sabe qual o futuro dos 65 trabalhadores, diz a estação publica de TV.
Os 64 trabalhadores da empresa Novinco, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos, foram, ontem, impedidos de entrar nas instalações, acabando por ocupar a fábrica. "Chegamos de manhã para trabalhar e os portões estavam fechados", contou, ao JN, Miguel Pinto, um dos representantes dos trabalhadores. Perante a situação, acabaram por forçar a entrada, provocando alguma confusão, com a chegada da PSP ao local. A empresa de materiais de construção encontra-se em processo de insolvência desde Maio, altura em que a produção parou. No entanto, Miguel Pinto garante que a "empresa continua a vender" e que os trabalhadores de tudo têm feito para que a empresa não feche. "Temos feito muito esforços e, neste momento, estamos a passar por algumas dificuldades", confessou o funcionário. Isto porque os salários de Agosto estão em atraso e já há quem tenha recebido cartas de despedimento, sendo que o futuro dos trabalhadores só será decidido na próxima Assembleia de Credores, a 2 de Outubro."O administrador da insolvência, disse-nos, na sexta-feira, via e-mail , que não nos pagaria os ordenados, pois não pode privilegiar credores", continuou Miguel Pinto, operário da empresa há 19 anos. O mesmo adiantou que pretendem o apoio da Câmara de Matosinhos, para "ajudar num possível plano de viabilização da empresa".O presidente da Autarquia, Guilherme Pinto, confirmou uma reunião com os funcionários da Novinco, amanhã, para "ouvir o que os trabalhadores propõem e estruturar ideias". Além disso, Guilherme Pinto assegurou que a área da fábrica não será ocupada por outro projecto que não seja de carácter industrial, "vedando qualquer hipótese de especulação imobiliária". O autarca lembrou, ainda, que a Câmara possui um apoio de investimento para pessoas que queiram montar o seu negócio. Ao JN, o administrador da insolvência, Bruno Vicente, afirmou desconhecer o sucedido.
Os 64 trabalhadores da empresa Novinco, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos, foram, ontem, impedidos de entrar nas instalações, acabando por ocupar a fábrica. "Chegamos de manhã para trabalhar e os portões estavam fechados", contou, ao JN, Miguel Pinto, um dos representantes dos trabalhadores. Perante a situação, acabaram por forçar a entrada, provocando alguma confusão, com a chegada da PSP ao local. A empresa de materiais de construção encontra-se em processo de insolvência desde Maio, altura em que a produção parou. No entanto, Miguel Pinto garante que a "empresa continua a vender" e que os trabalhadores de tudo têm feito para que a empresa não feche. "Temos feito muito esforços e, neste momento, estamos a passar por algumas dificuldades", confessou o funcionário. Isto porque os salários de Agosto estão em atraso e já há quem tenha recebido cartas de despedimento, sendo que o futuro dos trabalhadores só será decidido na próxima Assembleia de Credores, a 2 de Outubro."O administrador da insolvência, disse-nos, na sexta-feira, via e-mail , que não nos pagaria os ordenados, pois não pode privilegiar credores", continuou Miguel Pinto, operário da empresa há 19 anos. O mesmo adiantou que pretendem o apoio da Câmara de Matosinhos, para "ajudar num possível plano de viabilização da empresa".O presidente da Autarquia, Guilherme Pinto, confirmou uma reunião com os funcionários da Novinco, amanhã, para "ouvir o que os trabalhadores propõem e estruturar ideias". Além disso, Guilherme Pinto assegurou que a área da fábrica não será ocupada por outro projecto que não seja de carácter industrial, "vedando qualquer hipótese de especulação imobiliária". O autarca lembrou, ainda, que a Câmara possui um apoio de investimento para pessoas que queiram montar o seu negócio. Ao JN, o administrador da insolvência, Bruno Vicente, afirmou desconhecer o sucedido.
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL

No dia 3 de Setembro, foram detidos vários membros da ASI (Iniciativa Anarco-sindicalista) - a secção Sérvia da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) - acusados de envolvimento no ataque com cocktails molotov à Embaixada Grega em Belgrado, a 25 de Agosto, em solidariedade com o anarquista Theodoros Iliopoulos, que foi detido nas revoltas de Dezembro na Grécia e esteve em greve de fome durante 49 dias. Até ao momento, está confirmada a prisão de Ratibor Trivunac, Tadej Kurep, Ivan Vulović, Sanja Dojkić e Nikola Mitrovic mas há ainda a possibilidade de detenção de um sexto companheiro, Ivan Savić.
O ataque à embaixada que causou danos insignificantes (uma racha numa janela e uma pequena marca de queimadura na fachada, sendo também pintado um graffiti) foi assumido pelo grupo anarquista ‘Crni Ilija’ e pelo menos um dos detidos – Ratibor Trivunac – negou publicamente o seu envolvimento, quando surgiram nos media as primeiras notícias incriminatórias. Contudo, a justiça sérvia classificou a acção como “terrorismo internacional” (o que pode dar pena de prisão de 3 a 15 anos!) e apressou-se a deter estes membros da ASI, que deverão ser mantidos na prisão durante um mês, enquanto se “organiza” o processo judicial.
A detenção dos companheiros da ASI faz parte de uma série de outros ataques repressivos aos membros desta organização (e inclusive aos seus familiares), que têm sido alvo de constantes ameaças da polícia, perseguições e prisões, como, por exemplo, a detenção de Ratibor Trivunac em Maio deste ano, durante a participação num protesto contra a visita de Josep Biden, vice-presidente dos Estados Unidos. É óbvio que esta farsa judicial é mais uma tentativa do Estado Sérvio de silenciar qualquer voz de protesto, tentando aniquilar a todo o custo os movimentos sociais que incomodam cada vez mais os detentores do poder. Sejamos solidários com os companheiros detidos, demonstrando vivamente que nenhuma forma de repressão irá parar a nossa luta!
LIBERDADE IMEDIATA PARA @S COMPANHEIR@S DETID@S NA SÉRVIA!
O ataque à embaixada que causou danos insignificantes (uma racha numa janela e uma pequena marca de queimadura na fachada, sendo também pintado um graffiti) foi assumido pelo grupo anarquista ‘Crni Ilija’ e pelo menos um dos detidos – Ratibor Trivunac – negou publicamente o seu envolvimento, quando surgiram nos media as primeiras notícias incriminatórias. Contudo, a justiça sérvia classificou a acção como “terrorismo internacional” (o que pode dar pena de prisão de 3 a 15 anos!) e apressou-se a deter estes membros da ASI, que deverão ser mantidos na prisão durante um mês, enquanto se “organiza” o processo judicial.
A detenção dos companheiros da ASI faz parte de uma série de outros ataques repressivos aos membros desta organização (e inclusive aos seus familiares), que têm sido alvo de constantes ameaças da polícia, perseguições e prisões, como, por exemplo, a detenção de Ratibor Trivunac em Maio deste ano, durante a participação num protesto contra a visita de Josep Biden, vice-presidente dos Estados Unidos. É óbvio que esta farsa judicial é mais uma tentativa do Estado Sérvio de silenciar qualquer voz de protesto, tentando aniquilar a todo o custo os movimentos sociais que incomodam cada vez mais os detentores do poder. Sejamos solidários com os companheiros detidos, demonstrando vivamente que nenhuma forma de repressão irá parar a nossa luta!
LIBERDADE IMEDIATA PARA @S COMPANHEIR@S DETID@S NA SÉRVIA!
domingo, 6 de Setembro de 2009
COMEÇOU CORRIDA Á "PRAÇA DE TOUROS"
Os candidatos aos melhores lugares da praça de touros de São Bento, já correm tanto á esquerda como á direita atrás daqueles que de forma infeliz lhes darão bons empregos durante quatro anos de ouro.
Há quem corra feiras e feirantes a beijos, isto sem terem medo nenhum da famigerada e histérica gripe A, até nos hospitais se faz campanha junto de doentes acamados ( com sorte estes até se põe bons até ao dia das eleições).
Outros partidos fazem até apelos para voluntários que ajudem imbecilmente e gratuitamente na apanha de votos e votantes.
ninguém escapa á fúria que roda á volta destas legislativas, até porque os dois partidos únicos do sistema já sabem de cor o que vai calhar a cada um nas urnas ( não, não falo das dos mortos, mas quase!).
Entre a horrível Manuela e o quase totalitário Zézito venha o diabo e escolha, mas como sempre os portugueses vão escolher o "mal menor" que lhes garanta não irem por um caminha mais tenebroso do que o actual, ou em alternativa protegerem-se de um clima novo e inesperado que pode aliás ser francamente positivo.
Tal como o Prof Rebelo de Sousa, também eu acredito á muito que o governo seguinte será de Sócrates outra vez mas será minoritário pra "castigar" o engenheiro assim como fugir da previsível " mais autoritária, tacanha, agarrada e reaccionária" Manela, do mal o menos, do mal o menos...
Ainda assim apelo a uma verdadeira pandemia de gripe A, uma verdadeira e avassaladora gripe Anarquista que meta os politiqueiros na cama de vez e nos conduza a uma vida mais saudável e pura, isto tudo através do vírus da abstenção.
Há quem corra feiras e feirantes a beijos, isto sem terem medo nenhum da famigerada e histérica gripe A, até nos hospitais se faz campanha junto de doentes acamados ( com sorte estes até se põe bons até ao dia das eleições).
Outros partidos fazem até apelos para voluntários que ajudem imbecilmente e gratuitamente na apanha de votos e votantes.
ninguém escapa á fúria que roda á volta destas legislativas, até porque os dois partidos únicos do sistema já sabem de cor o que vai calhar a cada um nas urnas ( não, não falo das dos mortos, mas quase!).
Entre a horrível Manuela e o quase totalitário Zézito venha o diabo e escolha, mas como sempre os portugueses vão escolher o "mal menor" que lhes garanta não irem por um caminha mais tenebroso do que o actual, ou em alternativa protegerem-se de um clima novo e inesperado que pode aliás ser francamente positivo.
Tal como o Prof Rebelo de Sousa, também eu acredito á muito que o governo seguinte será de Sócrates outra vez mas será minoritário pra "castigar" o engenheiro assim como fugir da previsível " mais autoritária, tacanha, agarrada e reaccionária" Manela, do mal o menos, do mal o menos...
Ainda assim apelo a uma verdadeira pandemia de gripe A, uma verdadeira e avassaladora gripe Anarquista que meta os politiqueiros na cama de vez e nos conduza a uma vida mais saudável e pura, isto tudo através do vírus da abstenção.
sábado, 5 de Setembro de 2009
BINGO OCUPADO

A Secretaria de Estado do Turismo ordenou, ontem, a reabertura do Bingo do "Brasília", no Porto. Durante a reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, a entidade informou que ia emitir um despacho para retomar o funcionamento da sala de jogos, depois de ter chegado a acordo com a Sociedade Nortenha de Gestão de Bingos.
Assim, até ao próximo dia 31 de Dezembro, a concessão do Bingo do "Brasília" pertence à Sociedade Nortenha, o que garante os 43 postos de trabalho. "Estou convencido de que a sala de jogos reabre amanhã", revelou, ontem, ao JN, o presidente do sindicato, Francisco Figueiredo.
Garantido ficou também o estabelecimento de um concurso público até ao final do ano, para encontrar novo concessionário.
Apesar de esta ser uma solução provisória, Francisco Figueiredo afirma que "é uma grande vitória para os trabalhadores". "O que o secretário de Estado do Turismo decidiu foi o que nós pretendíamos: assegurar os postos de trabalho".
Os funcionários permanecem concentrados nas instalações da sala de jogos, até lhes ser comunicada "oficialmente" a reabertura do espaço. O sindicalista salienta as vantagens desta "vigília". "Se os trabalhadores não tivessem permanecido na sala de jogos, não teríamos tido estes resultados".
Desde segunda-feira que os 43 funcionários estão concentrados naquela sala, tendo saído apenas alguns representantes para as reuniões de quarta e de ontem com a Secretaria de Estado do Turismo.
Assim, até ao próximo dia 31 de Dezembro, a concessão do Bingo do "Brasília" pertence à Sociedade Nortenha, o que garante os 43 postos de trabalho. "Estou convencido de que a sala de jogos reabre amanhã", revelou, ontem, ao JN, o presidente do sindicato, Francisco Figueiredo.
Garantido ficou também o estabelecimento de um concurso público até ao final do ano, para encontrar novo concessionário.
Apesar de esta ser uma solução provisória, Francisco Figueiredo afirma que "é uma grande vitória para os trabalhadores". "O que o secretário de Estado do Turismo decidiu foi o que nós pretendíamos: assegurar os postos de trabalho".
Os funcionários permanecem concentrados nas instalações da sala de jogos, até lhes ser comunicada "oficialmente" a reabertura do espaço. O sindicalista salienta as vantagens desta "vigília". "Se os trabalhadores não tivessem permanecido na sala de jogos, não teríamos tido estes resultados".
Desde segunda-feira que os 43 funcionários estão concentrados naquela sala, tendo saído apenas alguns representantes para as reuniões de quarta e de ontem com a Secretaria de Estado do Turismo.
segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
TRBALHO ESCRAVO E TERRORISMO LABORAL
Trabalho numa famosa cadeia de hipermercados de uma forma sui generis, devido ao facto de possuir uma ligeira deficiência a nível de falta de lógica matemática ( descalculia, algo como a dislexia mas relacionado com números), uma organização de integração social (…e que integração) colocou-me num estágio de apoio à integração e colocação profissional de Junho a Dezembro, isto por cento e vinte e poucos euros… é verdade.
Além disto, este meu “trabalhinho” que dura oito horas diárias e duas folgas semanais, com mais um domingo mensal, fez-me ver dentro do local de trabalho várias situações escandalosas e até ser vitima de uma delas.
De realçar que trabalho menos meia hora ou uma hora como “compensação” do meu “estatuto”, isto para não fazer horário de fecho, mesmo assim fazendo as oito horas diárias.
Vamos a factos! , alancando na reposição e tendo problemas de coluna tenho sido alvo de terrorismo laboral por parte de um colega que pretende ser um pequeno chefe, que me humilha á frente de clientes quando os atendo dizendo “o que estás a fazer aí” ou “então” significando isto que provavelmente parei de trabalhar, na sua óptica, além de isto ser humilhante para mim é prejudicial para a própria loja, o “elemento” também para de trabalhar para me vigiar e para me dizer incessantemente “trabalha mais depressa.
Fui também já impedido por esta pessoa de cumprir o direito do quarto de hora para lanche que me assiste, isto tem sido observado por chefes de secção que observa e tentam impedir dando-me conselho para ignorar e não intervindo directamente, também se deu o caso de pelo mesmo indivíduo ter sido obrigado a ficar depois da hora por este se encontrar sem o chefe para o impedir de tal acto.
È de notar que nem a direcção máxima do estabelecimento (que para já não cito o nome) pode me forçar a trabalhar mais um minuto que seja, isto pela miséria que ganho e pelo facto de não me pagarem nada, visto eu não ser seu funcionário mas sim um empréstimo de uma instituição de “solidariedade” social.
Devo dizer do patronato que os seus elementos se passeiam pela loja nunca ou quase estão nos seus escritórios e estão sempre a observar os empregados.
Além desta vigilância, dispõe de um elemento da família do patrão que finge trabalhar para na verdade vigiar os trabalhadores e também cumprir um lugar de vigilante à paisana (para casos de furto), este elemento passeia-se pelo estabelecimento o dia todo e passa esse tempo na conversa com os patrões e a beber copos no bar, de repente lá está ele parado a vigiar… de repente começa a trabalhar mete umas coisitas nas prateleiras e desaparece por mais umas horas sempre neste ciclo.
E é assim… para quem não sabe e não acredita que isto existe.
E tudo por uma boa causa!
Além disto, este meu “trabalhinho” que dura oito horas diárias e duas folgas semanais, com mais um domingo mensal, fez-me ver dentro do local de trabalho várias situações escandalosas e até ser vitima de uma delas.
De realçar que trabalho menos meia hora ou uma hora como “compensação” do meu “estatuto”, isto para não fazer horário de fecho, mesmo assim fazendo as oito horas diárias.
Vamos a factos! , alancando na reposição e tendo problemas de coluna tenho sido alvo de terrorismo laboral por parte de um colega que pretende ser um pequeno chefe, que me humilha á frente de clientes quando os atendo dizendo “o que estás a fazer aí” ou “então” significando isto que provavelmente parei de trabalhar, na sua óptica, além de isto ser humilhante para mim é prejudicial para a própria loja, o “elemento” também para de trabalhar para me vigiar e para me dizer incessantemente “trabalha mais depressa.
Fui também já impedido por esta pessoa de cumprir o direito do quarto de hora para lanche que me assiste, isto tem sido observado por chefes de secção que observa e tentam impedir dando-me conselho para ignorar e não intervindo directamente, também se deu o caso de pelo mesmo indivíduo ter sido obrigado a ficar depois da hora por este se encontrar sem o chefe para o impedir de tal acto.
È de notar que nem a direcção máxima do estabelecimento (que para já não cito o nome) pode me forçar a trabalhar mais um minuto que seja, isto pela miséria que ganho e pelo facto de não me pagarem nada, visto eu não ser seu funcionário mas sim um empréstimo de uma instituição de “solidariedade” social.
Devo dizer do patronato que os seus elementos se passeiam pela loja nunca ou quase estão nos seus escritórios e estão sempre a observar os empregados.
Além desta vigilância, dispõe de um elemento da família do patrão que finge trabalhar para na verdade vigiar os trabalhadores e também cumprir um lugar de vigilante à paisana (para casos de furto), este elemento passeia-se pelo estabelecimento o dia todo e passa esse tempo na conversa com os patrões e a beber copos no bar, de repente lá está ele parado a vigiar… de repente começa a trabalhar mete umas coisitas nas prateleiras e desaparece por mais umas horas sempre neste ciclo.
E é assim… para quem não sabe e não acredita que isto existe.
E tudo por uma boa causa!
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